Ansiedade ? Quando a alma tenta avisar o corpo
Na visão psicanalítica, a ansiedade não é apenas um "nervosismo", nem um inimigo a ser eliminado. Ela é um sinal, um pedido de escuta. É a forma que o inconsciente encontrou para dizer que algo dentro de nós está pressionando para ser visto, sentido e elaborado.
A ansiedade surge quando há um excesso psíquico, uma energia emocional que não encontra destino. Como não pode ser simbolizada em palavras, o corpo faz o trabalho: acelera os batimentos, aperta o peito, causa insônia, suor frio, pensamentos repetitivos. O corpo fala quando a mente está saturada.
A psicanálise entende que a ansiedade é fruto de um conflito:
? entre o que sinto e o que posso mostrar,
? entre o que desejo e o que me permito viver,
? entre aAnsiedade ? Quando a alma tenta avisar o corpo
Na visão psicanalítica, a ansiedade não é apenas um "nervosismo", nem um inimigo a ser eliminado. Ela é um sinal, um pedido de escuta. É a forma que o inconsciente encontrou para dizer que algo dentro de nós está pressionando para ser visto, sentido e elaborado.
A ansiedade surge quando há um excesso psíquico, uma energia emocional que não encontra destino. Como não pode ser simbolizada em palavras, o corpo faz o trabalho: acelera os batimentos, aperta o peito, causa insônia, suor frio, pensamentos repetitivos. O corpo fala quando a mente está saturada.
A psicanálise entende que a ansiedade é fruto de um conflito:
? entre o que sinto e o que posso mostrar,
? entre o que desejo e o que me permito viver,
? entre a minha verdade e o medo de ser rejeitado por ela.
Freud chamou de angústia de castração ? o medo da perda, da falha, do abandono. Lacan apontou para a falta estrutural do sujeito ? aquilo que sempre sentimos que está faltando, mesmo quando "temos tudo".
Mas a ansiedade também pode ser um início:
? O começo de um questionamento,
? o convite para olhar a própria história,
? a chance de sair do piloto automático e encontrar o desejo verdadeiro.
A cura não é calar a ansiedade.
A cura está em escutá-la.
Quando o paciente começa a falar, algo se transforma. O sintoma perde força, porque finalmente ganhou nome. O que antes era aperto, vira palavra. O que antes era desespero, vira história. O que antes era sintoma? vira caminho.
Ansiedade não é fraqueza.
É um pedido de acolhimento.
É o inconsciente dizendo:
"Não estou aguentando mais carregar isso sozinho."
E é nesse ponto que a psicanálise começa:
onde a dor se torna linguagem
e onde o sujeito pode ? talvez pela primeira vez ?
se escutar de verdade. minha verdade e o medo de ser rejeitado por ela.
Freud chamou de angústia de castração ? o medo da perda, da falha, do abandono. Lacan apontou para a falta estrutural do sujeito ? aquilo que sempre sentimos que está faltando, mesmo quando "temos tudo".
Mas a ansiedade também pode ser um início:
? O começo de um questionamento,
? o convite para olhar a própria história,
? a chance de sair do piloto automático e encontrar o desejo verdadeiro.
A cura não é calar a ansiedade.
A cura está em escutá-la.
Quando o paciente começa a falar, algo se transforma. O sintoma perde força, porque finalmente ganhou nome. O que antes era aperto, vira palavra. O que antes era desespero, vira história. O que antes era sintoma? vira caminho.
Ansiedade não é fraqueza.
É um pedido de acolhimento.
É o inconsciente dizendo:
"Não estou aguentando mais carregar isso sozinho."
E é nesse ponto que a psicanálise começa:
onde a dor se torna linguagem
e onde o sujeito pode ? talvez pela primeira vez ?
se escutar de verdade.

